AVANTE… Exposição ESPANHAS do fotografo Leonardo kossoy

Quando penso em foto logo associo a ideia de cena social quebrada (Broken Social Scene), tipo de coisa muito pessoal para mim, pois o retrato nos da a noção de acumulo de identidade ou de cultura em geral. Coisa que é muito parecida em quase todos os países deste planeta, registrar o cotidiano é a coisa mais comum, cortar o monótono para aqueles que estão sendo registrados pela lente do fotografo,  se tornando assim a essência da arte inserida na fotografia. E foi o que o paulistano Leonardo Kossoy apresentou nessa exposição chamada de ESPANHAS, criando assim conecções entre a inocência e a violência que estão estampadas na cultura Espanhola. Os retratos destacam a um registro quase rural e semi industrial.

Os efeitos estilizados em algumas figuras deram um charme a mais, mas a impressão que o artista deixou foi de um país tão pobre como o nosso, com problemas parecidos com o nosso e de uma bela incrível.  JBS

A estrutura…

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Algumas imagens…

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AVANTE!!! CAIXA CULTURAL Apresenta Edward Curtis, Claudia Andujar, Roberto Burle Marx e Carlos Leão

A coincidência é a coisa mais interessante que o cotidiano pode proporcionar! JBS

Foi na intensão de fazer um trabalho universitário que sem querer que acabei participando da cerimonia de inauguração das exposições dos artistas Edwards Curtis, Claudia Andujar, Roberto Burlex Marx e Carlos Leão no Centro de Exposições Caixa Cultural. 

Presenciei uma linda fusão de quatro artistas expondo ao mesmo tempo, e dedicando essa junção com uma temática muito peculiar ao estilo de cada um.

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CARLOS LEÃO, talentoso desenhista, boêmio e intelectual carica que conviveu com a nata carioca como Vinícius de Moraes ao qual dedicou alguns desenhos que estão expostos nessa coleção deliciosa de traços em papel que transformaram diversas mulheres em mitos. Maiorias dos desenhos de Carlos Leão são de mulheres nuas, nuas de pano, nuas de alma, nuas da vida, lindas ao ao olhar nu, algo cru e delicado de se excitar! Muitos dos desenhos tem de charme a simplicidade dos traços, em colorir o feminino com algumas aquarelas, mostrando que a beleza se faz a maior dedicação de Carlos, em admirar os tons da pele, pele morena jabuti, pele da nega que descansa, e no tom das veias da polaca que deitada no chão se ajeita para expirar o criador!

 

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Roberto Burle Marx grande paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, escultor, designer de jóias, cantor e ecologista, dedicou boa parte da sua vida na total expressão da arte, como um indicar para preservação do meio ambiente. Mergulhou em aguas profundas para se expressar de forma única e sem vínculos com stereo tipos da sua geração, suas gravuras são de uma imaginação espetacular, de uma psicodelia enigmática e feitas com a plena certeza de que o espectador observasse a imagem por diversas vezes, criando assim uma eterna dependência do observador, algo lindo e inovar!

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Acredito que uma das maiores preocupações da CAIXA foi com a exposição destes dois artistas. Cláudia Andujar e Edward Curtis viveram suas vidas em pro da divulgação dos direitos humanos dos índios americanos. Essa exposição incorpora a figura do índio com algo único e essencial para a preservação da cultura americana. Maiores informações na CAIXA CULTRAL na Praça da Sé – 111 – Centro de São Paulo.

 

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AVANTE!!! Citibank apresenta LUCIANA MAAS

A exposição Memória e Imaginação foi feita em meio a arquivos mentais da artista Luciana Maas, onde ela sem fotos de momentos reais acabou descrevendo fatos únicos! Embasada em seu estilo Luciana Maas parece perdida em sua memória, perdida da realidade, dessa humanidade colorida e cheia de detalhes, de propagandas e lixos urbanos, suas pinceladas são como tiros espalhados por todos os lados que acabam criando pequenas sensações, muitas vezes de tristeza, marasmo e morbidez ou talvez de amizade, amor e total fragilidade humana.

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As pinturas são de muito bom gosto e cheias de originalidade, parabéns a Jacob Klintowitz que trouxe ao Citibank essa exposição enigmática e cheia de detalhes ocultos em pequenos fragmentos borrados em meio a Urbanidade de Luciana Maas.

 

JBS

AVANTE!!! Broken Social Scene – Live on Kexp 90.3

 

 

AVANTE!!! O CURIOSO CASO DE BENJAMIN BUTTON

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As nossas vidas são definidas pelas oportunidades

Entre 1889 e 1977 um grande intelectual chamado Charles Chaplin teve a a ideia magnifica sobre como é o nosso ciclo de vida, em declarar no começo do pensamento “ A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina “, pois o triste e se lembrar de tudo aquilo que se fez, e não poder mais tocar e ser tocado, sentir e amar a tudo. A vida é fundada no sopro inicial e finalizada pelo mesmo sopro que nos é tirado, mas será se é só isso e se fosse de modo diferente e se por algum motivo alguem nascesse com a linha da vida trassada de forma incomum, e se tudo fosse contado ao contrario, será que teria alguem para comover e confiar no seria dito. Me baseado nesse pensamento acredito que o Romancista Americano F. Scott Fizgerald, acabou tendo a mesma ideia que o Sr. Charles Chaplin para escrever esse romance em meados de 1920.

O CURIOSO CASO DE BENJAMIN BUTTON choca o espectador com a ideia de nascer velho e juvenescer na media que a os anos vão passando. O jovem (mais com aparência de velho) Benjamin acaba crescendo e apreendendo tudo aquilo que é necessário da mesma forma que as outras pessoas, devido a oportunidade que uma mulher simples lhe deu de sobreviver! Benjamin teve sua mãe biológica morta em seu nascimento e foi abandonado pelo pai, viveu em meio a uma Guerra Mundial, descobriu os prazeres do carne, se envolveu pelo poder da amizade sincera e passou a vida lutando por um amor, obvio pois se trata de um romance, mas não um romance comum. Esse amor nascido entre um suposto idoso (Benjamin) e Dayse uma jovem neta de uma das moradoras no asilo onde Benjamin foi criado pela mãe adotiva. Tudo teve um momento certo para acontecer na vida Benjamin, descobriu o prazer de ser pai e foi sincero em abandonar a sua família para que a sua filha Caroline tivesse um pai de verdade. O maior medo de Benjamin foi de que Dayse acabesse tendo o trabalho em dobro, pois teria duas crianças para criar. Mas como era esperado Caroline cresce e seu Pai adotivo morre, ficando assim fácil o retorno de Benjamin bebe para morrer nos braços de Dayse.

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Recomendo para qualquer pessoa esse filme, pois ele nos faz refletir como é a vida. E como seria se pudesse-mos voltar os ponteiros do nosso relógio biológico e sempre retornar a juvenescer.

 

E para deixar bem claro a ideia que expôs no começo do texto, vou disponibilizar o texto de Charles Chaplin.

 

A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito? ”

 

JBS – Perfeito!

 

AVANTE… Landon Austin . O novo Dylan!

AVANTE… Josh Rouse . Ao Vivo em São Paulo

 

Esse eu vi, senti e cantei junto!

hahahaaaa… maravilhoso!

 

JBS

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