AVANTE…

Ativação…

Palestra ministrada pelo Jornalista Irineu Franco Perpétuo.

O alegro de Irineu!

Na quinta-feira passada dia 12 de março, boa parte do primeiro e outros semestres de jornalismo da Universidade Unip – Campus Marques. Foram apresentados ao Jornalista Irineu Franco perpétuo, que nos deu uma aula de jornalismo especializado.

Deixando como o foque principal a sua especialização em musica erudita.

E ao longo da palestra Irineu desvendou esse mistério que existia na cabeça da maior parte dos alunos que o ouviam, sobre uma suposta musica feita para as elites.

Simplificou a estrutura do teatro municipal, dividindo ao longo da conversa como funcionam as orquestras e outros projetos que são de responsabilidade do estado de São Paulo. Gerou polêmica referente aos salários dos músicos e de certa forma acabou assustando alguns que se encontravam na sala, com a sua energia e conhecimento geral.

Sua presença naquele dia foi fundamental para abrir os olhos de muitos, mostrando o quão trabalhoso e mal remunerado essa profissão é.

(?)

Mas hoje, em dias de pequenos crescimentos, qual profissão não é.

O bom jornalismo se envolve na vida das pessoas constantemente e simplesmente se faz o retrato intelectual do nosso cotidiano.

Valeu Irineu um dia quero trabalhar com você, muito legal.                     

   

JBS

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Tatuagem é do Bem ou será a arte do Mau.

Em meados de outubro de 2007, fui surpreendido por um programa de tatuagem (o Miami Ink que passa no Canal People & Artes), que mostrava o seu cotidiano e a intenção das pessoas que iam se tatuar.

Justamente nessa data eu me encontrava de férias do trabalho e por um decisivo momento, desejei um desenho que estava sendo tatuado naquele dia.

Ficando assim com uma tremenda curiosidade sobre quanto custava e qual era o nível do tatuador mais próximo da minha casa. Pesquisei bastante e defini o trabalho que seria feito.

Após voltar ao trabalho, tive uma seria conversa com amigo que simplesmente é o Sr. Mario Braga – Diretor efetivo dos Presídios do Estado de São Paulo.

O mesmo me expôs a sua posição ideológica sobre essa arte, enfatizando o uso dos desenhos como códigos marginalizados.

Caros amigos entram em questão varias perguntas a serem respondidas.

Será se a tatuagem deixou de ser mau vista pela sociedade, sim ou não?

Será que o povo não a aceitou como uma arte milenar?

Será um dia bem vista?

Ou só será respeitada, quando essa nova geração se mantiver cheia de arte espalhada pelo corpo?   

Hoje em dia, existe uma grande procura por parte de empresários, músicos, jornalistas que fazem filas nas portas desses profissionais a procura de uma identidade própria, algo que explique determinados acontecimentos ou emoções contidas na vida destas pessoas.         

Eu particularmente fiz uma tatuagem gigante (chamada de manga curta, devido o fato de o desenho pegar todo o antebraço), não sinto receio e tenho orgulho do desenho que escolhi, mas temo o preconceito por parte de muitos.

Então amigos, vamos abolir esse preconceito e vamos viver entre tantas diferenças.

JBS    

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Olá mundo.

Deixo registrado que…  

Justamente nesse sabado nebuloso, fui atacado por um e-mail deságradavel enviado por alguma pessoa que se acha o biscoito fino do jornalismo, ela deve ser Ótima Bernardes. 

Não revelarei o conteúdo para terminar esse assunto com um merecido pedido de desculpas, pela má interpretação do texto.  

 

O conteúdo tirava o credito de uma conversa feita por quem lhe escreve, dando o sentido de que estava plagiando um texto do querido Charles Chaplin.

A conversa foi feita com um mendigo morador da Avenida Santa Marina, que jurava de pé junto que o texto e dele, e que e e um grande empresário na região da LAPA, mas a intenção da conversa era outra.

 

Mas o fato do mesmo lembrar de cabeça a historia, me comoveu e acabou ganhando um almoço e um e-mal em mérito a sua inteligência.  

 

 A conversa com ele foi divertida e de nenhuma forma falei que o texto era do mendigo. Como mostra o texto abaixo enviado no dia 01 de março de 2008 para um e-mail comunitário do curso de Jornalismo UNIP.

 Olá pessoal, Bom sábado. Essa semana um velho me disse uma verdade e escrevi para ficar marcado na vida de quem a lê.

                                          O Ciclo da Vida 

O meu filho, a coisa mais injusta da vida é a forma como ela termina.Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás para frente.Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora dela por estar muito novo.Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar, já tendo toda a experiência que se pode adquirir.Ai você trabalha 40 anos até ficar então novo o bastante para poder aproveitar a sua aposentadoria.Então você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.Em seguida você vai ao colégio, tem varias namoradas, curte bastante sua adolescência. Vira uma criança, não tem nenhuma responsabilidade, tudo o que tem para fazer é brincar.Se torna um bebezinho de colo, sempre tendo alguém cuidando de você e te dando o amor e carinho.Até voltar para o útero da mãe, onde passará nove meses de vida flutuando… E termina tudo com um ultimo orgasmo. Essa foi a minha primeira entrevista com uma personalidade (um mendigo).A pessoa que disse isso vive a mais de 20 anos na rua e não tem a mínima noção do que é ter uma (vida).Mas vamos analisar, ele tem razão.                    

 

Após esse e-mail recebi o e-mail abaixo.

Datado no dia 12 de março de 2008.

Onde sou alfinetado nas vistas e supostamente acusado de plagio.

  

olá Julio!
Bom, com relação aquele texto que vc enviou pra sala, “O Ciclo da Vida”, não entendi direito oq vc quis dizer com “minha primeira entrevista”, ou que a pessoa que escreveu vive a mais de 20 anos na rua… Foi alguma brincadeira? Algum trocadilho? Sério, não entendi.
Esse texto, até onde eu sei, é um texto de Charles Chaplin… Se não for, por favor, me corrija… eu posso jurar que já o li antes, e com a “assinatura” de Chaplin… Mas, é claro, posso estar equivocada. É só um toque, sabe… nós (futuros)jornalistas não podemo brincar com essas coisas, e eu sei q vc sabe disso, mas não custa lembrar, né, por exemplo, sabe aquele documento oficial da convenção coletiva nacional do trabalho jornalistico, na frança, em 83, q que fala sobre os deveres do jornalista, diz coisas como: “Um jornalista, digno deste nome, é responsável por tudo aquilo que escreve, mesmo que não assine”, e é claro também diz que o jornalista: “repudia o plágio citando a fonte de qualquer reprodução”. Sem citar, também, o nosso tão conhecido “Código de Ética do Jornalismo”(q está em vigor desde 1987, então,vc, pessoa informada, e de vasta leitura, com certeza absoluta conhece) não me lembro o artigo, mas é no parágrafo que fala sobre a conduta profissional do jornalista, que diz algo como:”o compromisso fundamental do jornalista é com a verdade dos fatos, e seu trabalho se pauta pela precisa apuração dos fatos e sua correta divulgação”…e eh claro… tem o artigo 10° q diz, que entre outras coisas, o jornalista NÃO pode: “submeter-se a diretrizes contrárias a divulgação correta da informação”. Claro que a gente podia falar também sobre a lei que criminaliza o plágio, mas sobre ela eu não tenho tanto conhecimento, quanto sobre o nosso “guia”, o Código de Ética, se não me engano, eu tenho o Código de Ética do Jornalismo, em .doc, em algum cd aqui em casa, se vc kiser eu posso te emprestar, ou te enviar por email, é tão bom ter algo assim, né? Nos coloca mais a par da nossa profissão, e/ou daquilo que nos espera mais pra frente.
Bom, de qualquer forma, é um texto maravilhoso mesmo.
Bom dia/tarde
 Sendo assim foi massacrado por um e-mail, onde a pessoa que escreveu o conteúdo se elegeu representante da sala após a minha desistência, devido á falta de tempo para se dedicar a pessoas que não sabem interpretar certos assuntos e acabam ofendendo profissionais de futuro no mercado de trabalho.       

 

E deixo bem claro que a verdade deve ser dita.

 

 

Não e justo ser humilhado perante uma comunidade, por um simples e rotineiro acontecimento jornalístico.

  

 

JBS       

    

   

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1 Comentário

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