AVANTE…

                                                               Santana de Parnaiba, 24 de Março de 2008

Texto criado em 30.04.06 as 21h45min.

 

A DOR De um MUDO 

Não sei o que dizer!

 

Quando a boca toca o ouvido

 

A palavra nunca traça seu destino

 

Mais evolui de forma lenta

 

Ate se enroscar na garganta

 

Quando segue, sim consegue!

 

Mas tropeça lá na língua

 

E se espalha entre os dentes

 

Vira um Suspiro

 

Que ela assim respira

 

E clama.

 

          Sincera palavra emana!

 

          De esse ser que só sei o nome por escrito.

 

E o consciente então se explica.

 

          Eu processo, mas a fala se engana.

 

          Vira tira, tão fina quanto à teia.

 

          Tão doce quanto à cana.

 

Que o dono fascinado

 

Não Regurgita

 

E assim Rumina

 

Ate virar palavra longa

 

Que demora, mais demora!

 

Assim o ouvido se cansa!

 

E nunca vira ato.

 

Dom JoviaL De La SouL – 17.09.2005 á 21.04.2007 

 

 

                                                                             

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